Termos de uso.

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09 fevereiro 2010

A volta dos que não foram...



Se existe algo que me acalma é escrever, prefiro escrever do que ler. Algo estranho não é, como alguem que cresceu não gostando de ler, acabou gostando de escrever?
Ou, como tudo parecia ser tão bom, que acaba estragando?
São essas e outras perguntas freqüentes diante do meu cotidiano que sempre busco uma reposta.
Mas essas não são tão importantes as respostas e para mim é bastante obvio, mas existe uma que simplesmente frita na minha cabeça: como saber qual é a coisa certa a fazer ?

Sim, é uma pergunta muito vaga, mas que quando aplicamos a alguma situação da nossa vida, na maioria das vezes não à uma resposta satisfatória para nossa duvida.

Não somos capazes de obter todas as respostas do mundo e devemos saber conviver com isso, se não ficaremos loucos, obcecados por elas. O que podemos fazer é achar uma resposta que te satisfaça e fique com ela e não tocar mais no assunto.

Qual será o próximo movimento ?


Nesse jogo entre perguntas e respostas, um amigo me perguntou: como tu pode saber de tudo isso, mas se tu não sabe o mais básico ? 

Explicando melhor: como eu sabia de tais futuros atos de tal pessoa, mas não sabia de outros tão óbvios e comuns dessa tal pessoa. Entender do complicado, mas não entender do básico, eis o nome da ilha onde estou, em que o único meio de saída da mesma, é por meio de erros próprios e acertos não pré-meditados, é uma jangada pequena e frágil, que se deve remar com cuidado para não quebra-la, até chegar a um outro lugar desconhecido e tentar se adaptar ao ambiente e buscar felicidade.

Somos obcecados por felicidade, a buscamos em papel pintado supervalorizado dentro de uma tribo de Homo Sapiens sedentos pelo tal objeto. Buscamos logo após em encontros sociais com muita agressividade aos nossos timpanos e fígado, seguidas de dores de cabeça e enjôos. Buscamos em tudo, mas é quando paramos e deixamos a vida rolar, é que a encontramos.

O dinheiro não traz felicidade...


Sem meio a entender o que a vida é assim, devemos seguir em frente, mas nunca sozinhos. Devemos pegar nossas pranchas toda vez que a vida nos der uma onda para surfar e desbravarmos os altos e baixos dessa aventura, ou perderemos a corrente para a próxima aventura.

Entre erros e acertos não podemos nos desesperar, se perdeu a viagem ? Peça carona no próximo carro que vier e nos alcance, pois a vida não vai esperar ninguem e é claro, se estiver comigo, não irá se arrepender !   



Um comentário:

  1. Entendo o teu motivo para gostar mais de escrever do que de ler. Pra muitos, exprimir opiniões e sentimentos é muito melhor do que absorver opiniões e sentimentos. Tem dias em que eu só penso em escrever, mas em outros, eu prefiro entrar na realidade ou na ficção inventada por outra pessoa. :D

    "Buscamos em tudo, mas é quando paramos e deixamos a vida rolar, é que a encontramos."
    Gostei muito dessa parte do texto. E, no geral, concordei com a ideia dele.

    Legal o blog, parabéns! :D

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